segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Minha primeira Formação

Dias 02 e 03 de dezembro desfrutei de uma experiência maravilhosa, de ser uma educadora. Fui contatrada pela Cidade Escola Aprendiz e pela IBM como educadora de Animação Gráfica.
Te tantas coisas que eu poderia citar, prefiro me deter em uma só: o prazer de ensinar e aprender.
Sim, pesquisei, estudei muito para conseguir dar a formação juntamente com meus amigos de trabalho, kenan e Mari, mas foi no exato momento em que a formação começou foi que eu me dei conta que eu iria começar a aprender.
Aprendi que ser educador não é ter posse de mil conhecimentos, que não é se esconder numa bolha e não se abrir para novos contatos. Eu pude trocar informações, pude acrescentar meus conhecimentos e pude me sentir realizada ao saber que passei adiante tudo o que eu sabia e que meus "educandos" se sentiram felizes em aprender.
Aprender e ensinar é uma troca. E só é feliz quem prova dessa satisfação. E eu a provei.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Eu adoro as estrelas

Que me leve... me leve para onde o vento seguir, pra onde a vida sinalizar.
Quero seguir as ondas do mar, a brisa da tarde.
Seguir as estrelas!
Ah! adoro as estrelas... são lindas, brilhantes e assim como nós, também morrem, mas continuam a brilhar, lá em cima!
Sem cessar...
Sem cessar...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Os sete pecados capitais

  • gula
  • avareza
  • inveja
  • ira
  • soberba
  • luxúria
  • preguiça
Há pessoas que simplesmente se esquecem desses pecados. Talvez seja por isso que o mundo está assim: de cabeça para baixo.
Pessoas, vamos nos conscientizar, o mundo não pode acabar! Depende de mim, de você, de nós!!!
Faça sua parte =)

Rapidinha...

* O que fazer quando se está triste?
- tomar um banho de chuva para lavar a alma.

* O que fazer para tirar a carência?
- procure na agenda aquele nº que há tempos que você não ligava.

* O que fazer para sorrir mais e chorar menos?
- Substitui a tragédia da sua vida por um bom filme de comédia.

* O que fazer para deixar de achar que a vida da sua amiga é melhor que a sua?
- Simplesmente olhe mais para você, ninguém é tão infeliz como você, nem tão feliz como ela.

* O que fazer para deixar de se olhar no espelho e se achar um monstro?
- Tome banho com o melhor sabonete, use a melhor roupa e o melhor perfume, passe o melhor batom e saia para qualquer lugar.

* O que fazer para ser mais feliz?
- Deixe de se queixar e perceba que a vida é muito mais que o fora que você levou, ou do que o chifre que você tomou, ou da bronca que seu chefe te deu. A vida vale cada sorriso seu, cada gesto de compaixão, cada atitude boa que você realizou. Portanto, não se preocupe, cuide da alma, do coração, do corpo e só seja FELIZ! Felicidade é o que há!

domingo, 22 de novembro de 2009

Procurando pelo Paraíso

Parei.
Tudo o que acontece ao meu redor me faz pensar. As pessoas, os gestos, as palavras soltas, um respiro, um olhar.
Sinceramente, eu sou um nada no meio do tudo. Nem as mais belas canções acompanham a melodia do meu coração. Este que bate com um pulsar intenso, de raiva, rancor.... Mas que também tem muito amor para dar e não sabe para quem.
Tudo vai se degradando, se modificando, se transformando. As florestas já não são mais as mesmas, o céu já não é mais tão estrelado, o sol esquenta mais, porém, já não tem o mesmo brilho. Mas eu me adaptei ao olhar para o céu todas as noites e identificar poucas estrelas que resistiram, me adaptei por ver a substituição de árvores por asfaltos e mais, consegui me adaptar em queimar meu corpo sem nenhuma proteção.
A natureza age como o meu coração. Mil transformações e mil adaptações.
É certo que não choro mais, não sofro com a mesma intensidade e aprendi sobreviver. Ah! se eu pudesse gritar e dançar e amar e chorar e gargalhar... Acho que nem assim expressaria meus sentimentos. São muitos.
Ouvi dizer: "procurando pelo paraíso" eu também procuro o meu. É uma busca constante, intensa que não tem fim. Talvez o fim esteja na salvação da morte, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne; o fim que acaba com as loucuras do mundo, com a dor, com a falta de amor!
E agora é o fim deste post . Vou-me embora com as lembranças boas, de que dividi com você minhas aflições.
Boa noite.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Para todas as mulheres que trabalham, batalham e lutam para serem feliz!

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra,
leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'

Martha Medeiros - Jornalista e escritora
(Texto na Revista do Jornal O Globo)