Assisti recentemente o longa metragem "Um sonho possível" de John Lee Hancock, baseado em livro de Michael Lewis.
O drama conta a história de Michael Oher, um excelente jogador de futebol americano. O esporte surgiu em sua vida após encontrar em seu caminho uma família que se curvou frente à sua história de vida.
O garoto que estava prestes à completar 18 anos era negro, oriundo do subúrbio, gordo, analfabeto e calado. Na escola só alcançava boas notas no quesito proteção.
Leigh Anne Touhy era a mãe da família que o adotou. Anne cuidou de Oher como a um filho, despertou nele o seu lado humano, ajudou com os estudos e o incentivou a frequentar a Universidade. Oher conseguiu bolsas de estudos nas melhores universidades através de seu talento para o esporte. Sua escolha foi a Universidade de Mississippi.
Mas o que me tocou de verdade foi a posição de Anne que mal conhecia o jovem e o colocou dentro de sua casa, educou, amou e transformou-se em sua mãe. Me peguei pensando se eu teria essa atitude. Ela mudou a vida de Oher que poderia se tornar qualquer coisa onde vivia, mas seu destino rumou para a melhor opção.
Se cada uma pessoa tivesse a atitude digna de amar mais ao próximo talvez o mundo hoje não seria assim, cheio de crueldade. Você pode mudar a história de alguém, começando pela a sua que se grandifica e enobrece a cada gesto de bondade.
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Mais um sucesso
Tenho o imenso prazer de comunicar o sucesso que o meu blog está fazendo. Mudamos o nome para Baoobaa. A mudança não foi em vão, precisávamos registrá-lo como domínio e simplesmente Baobá já havia. Acrescentamos mais duas letrinhas, que ao meu ver fez toda a diferença. Ele, por si só já é um nome forte, com as vogais "a" e "o" à mais, o nome ganhou uma entonação diferente. As pessoas gesticulam mais e ainda não se esquecem facilmente. E essa é a intenção!
Queremos que o Baoobaa fique na boca do povo. Fique guardado na lembrança. Seja uma referência acadêmica, um exemplo de determinação e de conquista.
São tantos desafios que eu e meu amigo Kenan temos que enfrentar. São dificuldades com o html, temos que tirar uma grana do nosso bolso para fazermos o blog, o tanto que temos que estudar para conseguirmos ensinar.
Mas são conquistas. Muitas conquistas...
Deixo aqui o link. Por favor, nos acessem, escrevam com críticas, sugestões, elogios. Todo e qualquer tipo de interferência será bem vinda. Baoobaa agradece!
http://baoobaa.com/
Queremos que o Baoobaa fique na boca do povo. Fique guardado na lembrança. Seja uma referência acadêmica, um exemplo de determinação e de conquista.
São tantos desafios que eu e meu amigo Kenan temos que enfrentar. São dificuldades com o html, temos que tirar uma grana do nosso bolso para fazermos o blog, o tanto que temos que estudar para conseguirmos ensinar.
Mas são conquistas. Muitas conquistas...
Deixo aqui o link. Por favor, nos acessem, escrevam com críticas, sugestões, elogios. Todo e qualquer tipo de interferência será bem vinda. Baoobaa agradece!
http://baoobaa.com/
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Paralisação e reivindicações
Uma paralisação está em pauta na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC SP. O curso inteiro de jornalismo resolveu parar para reivindicar seus direitos, os quais são mínimos requisitos que uma universidade de renome deve ter para melhor atender seus estudantes.
Nesse segundo semestre de 2010 já aconteceram 3 paralisações - o que não é pouca coisa. Isso deixa claro a insatisfação dos alunos puquianos. A Universidade cobra preços abusivos das mensalidades, não dispõe equipamentos de alta qualidade - nem média. Os juros são absurdos, a desorganização é lamentável.
Os padres pouco se importam com essas questões, talvez estejam empenhados a rezar pela Universidade (porque então eles participam das reuniões para decidirem Nada?). O reitor quer mesmo pagar a dívida da PUC para os bancos... Calma aee... Dívida? E o que fazem com o dinheiro das mensalidades? Não contratam novos professores, não pagam bem os que têm, não proporcionam melhores infraestrutura. E a dívida continua. E cadê nosso dinheiro?
"PUC! Um universidade filantrópica!" Onde??? As bolsas restituíveis da PUC foram retiradas. Pessoas que querem muito estudar na instituição não podem e as que estão acabam desistindo pelo motivo de grana.
É mole? Não, é a PUC!
Nesse segundo semestre de 2010 já aconteceram 3 paralisações - o que não é pouca coisa. Isso deixa claro a insatisfação dos alunos puquianos. A Universidade cobra preços abusivos das mensalidades, não dispõe equipamentos de alta qualidade - nem média. Os juros são absurdos, a desorganização é lamentável.
Os padres pouco se importam com essas questões, talvez estejam empenhados a rezar pela Universidade (porque então eles participam das reuniões para decidirem Nada?). O reitor quer mesmo pagar a dívida da PUC para os bancos... Calma aee... Dívida? E o que fazem com o dinheiro das mensalidades? Não contratam novos professores, não pagam bem os que têm, não proporcionam melhores infraestrutura. E a dívida continua. E cadê nosso dinheiro?
"PUC! Um universidade filantrópica!" Onde??? As bolsas restituíveis da PUC foram retiradas. Pessoas que querem muito estudar na instituição não podem e as que estão acabam desistindo pelo motivo de grana.
É mole? Não, é a PUC!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A diferença está na criatividade
O jornalista Bruno Garcez criou um projeto diferente. Voltado para as comunidades de periferia, o projeto Mural Brasil visa reunir jovens e interessados nas questões sociais da periferia.
Para mim, o tema não foi a sacada maior de Bruno. O olhar dele foi além.
Senti que sim desde o primeiro dia de curso. Já cheguei e comecei a conversar com todos que estavam no hall da Folha de São Paulo. A troca de experiência, de contatos e de amizades foi a sacada "ouro" do jornalista.
Naquele ambiente diversificado, que contava com estudantes tanto de jornalismo quanto de turismo, estava rico de informações. Gostoso trocar e-mails e telefones. Achar as pessoas no twitter e dizer "oi".
Na última atividade, dia 17 de outubro, realizamos uma atividade de vídeo, que não saiu do jeitinho como ele esperava por causa dos diversos problemas técnicos dos computadores. Mas foi incrível reunir grupos que tinham as mesmas intenções. Saimos às ruas e conversamos com as pessoas. No caso do meu grupo, a matéria foi na ponte do Minhocão para falarmos sobre a migração da Cracolândia da Estação da Luz, para o Minhocão. Conversamos com moradores de rua, comerciantes, transeuntes e autoridades.
O jornalismo é a última instância. O que vale é a troca pessoal, é o corpo a corpo, é o aprendizado que cada um, independete de questões econômicas ou socias, tem.
Para saber mais sobre esse projeto, clique aqui.
Bruno Garcez
Natural do Rio de Janeiro. Trabalhou na assessoria de imprensa da editora Civilização Brasileira e no departamento de pesquisa da Globosat. Foi repórter dos cadernos Ilustrada e TV Folha, do jornal Folha de S.Paulo. Tornou-se funcionário da BBC Brasil em julho de 2001. Foi correspondente da BBC Brasil em Washington DC (EUA) de 2006 a 2009.
Fonte: BBC
Para mim, o tema não foi a sacada maior de Bruno. O olhar dele foi além.
Senti que sim desde o primeiro dia de curso. Já cheguei e comecei a conversar com todos que estavam no hall da Folha de São Paulo. A troca de experiência, de contatos e de amizades foi a sacada "ouro" do jornalista.
Naquele ambiente diversificado, que contava com estudantes tanto de jornalismo quanto de turismo, estava rico de informações. Gostoso trocar e-mails e telefones. Achar as pessoas no twitter e dizer "oi".
Na última atividade, dia 17 de outubro, realizamos uma atividade de vídeo, que não saiu do jeitinho como ele esperava por causa dos diversos problemas técnicos dos computadores. Mas foi incrível reunir grupos que tinham as mesmas intenções. Saimos às ruas e conversamos com as pessoas. No caso do meu grupo, a matéria foi na ponte do Minhocão para falarmos sobre a migração da Cracolândia da Estação da Luz, para o Minhocão. Conversamos com moradores de rua, comerciantes, transeuntes e autoridades.
O jornalismo é a última instância. O que vale é a troca pessoal, é o corpo a corpo, é o aprendizado que cada um, independete de questões econômicas ou socias, tem.
Para saber mais sobre esse projeto, clique aqui.
Bruno Garcez
Natural do Rio de Janeiro. Trabalhou na assessoria de imprensa da editora Civilização Brasileira e no departamento de pesquisa da Globosat. Foi repórter dos cadernos Ilustrada e TV Folha, do jornal Folha de S.Paulo. Tornou-se funcionário da BBC Brasil em julho de 2001. Foi correspondente da BBC Brasil em Washington DC (EUA) de 2006 a 2009.
Fonte: BBC
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Baobá! a cultura negra se disseminando
Um grande projeto está em andamento
Eu e mais uma amigo idealizamos um blog que pudesse falar o que aqui no Brasil não se fala, a cultura negra. Realmente não ouvimos dizer muita coisa desse assunto, talvez o problema esteja na educação, em que as escolas abordam apenas a escravaidão, mas não a cultura, a tradição, a religião... Ou o problema seja social, oriundo de uma história repleta de preconceitos raciais.
Mas a ideia é transformar uma cultura pouco valorizada numa cultura disseminada.
Nada em rede, mas está sendo construído na mente e no papel. Em breve estará por aí rodando o Brasil e dentro da casa e da consciência de quem quiser saber!
Baobá, é o que há!
Gravem esse nome que um dia será símbolo de um ideário antes inimaginável!
Eu e mais uma amigo idealizamos um blog que pudesse falar o que aqui no Brasil não se fala, a cultura negra. Realmente não ouvimos dizer muita coisa desse assunto, talvez o problema esteja na educação, em que as escolas abordam apenas a escravaidão, mas não a cultura, a tradição, a religião... Ou o problema seja social, oriundo de uma história repleta de preconceitos raciais.
Mas a ideia é transformar uma cultura pouco valorizada numa cultura disseminada.
Nada em rede, mas está sendo construído na mente e no papel. Em breve estará por aí rodando o Brasil e dentro da casa e da consciência de quem quiser saber!
Baobá, é o que há!
Gravem esse nome que um dia será símbolo de um ideário antes inimaginável!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
O Jeito é
Para todas as coisas ruins da vida, o jeito é pensar nas coisas boas
Para stress, mau humor, o jeito é uma boa noite de sono
Para não brigar com quem se ama, o jeito é ligar o som no último volume
Para esquecer o passado, o jeito é pensar no futuro
Para acabar um relacionamento, o jeito é ser sincero
Para não ter mágoa no peito, o jeito é perdoar
Para passar no vestibular, o jeito é estudar
Para conseguir trabalho, o jeito é enviar currículo
Para ser nota dez, o jeito é não tirar nota zero
Para estar bem com a vida, o jeito é estar bonito
Para estar bonito, o jeito é estar bem com a vida

Para ter amigos, o jeito é ser bem humorado
Para ser sonhador, o jeito é sonhar dormindo ou acordado
Para ter fé, o jeito é ter Deus no coração
Para todas as coisas existe um jeito
Para ter um jeito, o jeito é querer!
Para stress, mau humor, o jeito é uma boa noite de sono
Para não brigar com quem se ama, o jeito é ligar o som no último volume
Para esquecer o passado, o jeito é pensar no futuro
Para acabar um relacionamento, o jeito é ser sincero
Para não ter mágoa no peito, o jeito é perdoar
Para passar no vestibular, o jeito é estudar
Para conseguir trabalho, o jeito é enviar currículo
Para ser nota dez, o jeito é não tirar nota zero
Para estar bem com a vida, o jeito é estar bonito
Para estar bonito, o jeito é estar bem com a vida

Para ter amigos, o jeito é ser bem humorado
Para ser sonhador, o jeito é sonhar dormindo ou acordado
Para ter fé, o jeito é ter Deus no coração
Para todas as coisas existe um jeito
Para ter um jeito, o jeito é querer!
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