quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A diferença está na criatividade

O jornalista Bruno Garcez criou um projeto diferente. Voltado para as comunidades de periferia, o projeto Mural Brasil visa reunir jovens e interessados nas questões sociais da periferia.

Para mim, o tema não foi a sacada maior de Bruno. O olhar dele foi além.

Senti que sim desde o primeiro dia de curso. Já cheguei e comecei a conversar com todos que estavam no hall da Folha de São Paulo. A troca de experiência, de contatos e de amizades foi a sacada "ouro" do jornalista.

Naquele ambiente diversificado, que contava com estudantes tanto de jornalismo quanto de turismo, estava rico de informações. Gostoso trocar e-mails e telefones. Achar as pessoas no twitter e dizer "oi".

Na última atividade, dia 17 de outubro, realizamos uma atividade de vídeo, que não saiu do jeitinho como ele esperava por causa dos diversos problemas técnicos dos computadores. Mas foi incrível reunir grupos que tinham as mesmas intenções. Saimos às ruas e conversamos com as pessoas. No caso do meu grupo, a matéria foi na ponte do Minhocão para falarmos sobre a migração da Cracolândia da Estação da Luz, para o Minhocão. Conversamos com moradores de rua, comerciantes, transeuntes e autoridades.

O jornalismo é a última instância. O que vale é a troca pessoal, é o corpo a corpo, é o aprendizado que cada um, independete de questões econômicas ou socias, tem.

Para saber mais sobre esse projeto, clique aqui.

Bruno Garcez

Natural do Rio de Janeiro. Trabalhou na assessoria de imprensa da editora Civilização Brasileira e no departamento de pesquisa da Globosat. Foi repórter dos cadernos Ilustrada e TV Folha, do jornal Folha de S.Paulo. Tornou-se funcionário da BBC Brasil em julho de 2001. Foi correspondente da BBC Brasil em Washington DC (EUA) de 2006 a 2009.

Fonte: BBC

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Baobá! a cultura negra se disseminando

Um grande projeto está em andamento

Eu e mais uma amigo idealizamos um blog que pudesse falar o que aqui no Brasil não se fala, a cultura negra. Realmente não ouvimos dizer muita coisa desse assunto, talvez o problema esteja na educação, em que as escolas abordam apenas a escravaidão, mas não a cultura, a tradição, a religião... Ou o problema seja social, oriundo de uma história repleta de preconceitos raciais.

Mas a ideia é transformar uma cultura pouco valorizada numa cultura disseminada.

Nada em rede, mas está sendo construído na mente e no papel. Em breve estará por aí rodando o Brasil e dentro da casa e da consciência de quem quiser saber!

Baobá, é o que há!
Gravem esse nome que um dia será símbolo de um ideário antes inimaginável!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Jeito é

Para todas as coisas ruins da vida, o jeito é pensar nas coisas boas

Para stress, mau humor, o jeito é uma boa noite de sono

Para não brigar com quem se ama, o jeito é ligar o som no último volume



Para esquecer o passado, o jeito é pensar no futuro

Para acabar um relacionamento, o jeito é ser sincero

Para não ter mágoa no peito, o jeito é perdoar



Para passar no vestibular, o jeito é estudar

Para conseguir trabalho, o jeito é enviar currículo

Para ser nota dez, o jeito é não tirar nota zero



Para estar bem com a vida, o jeito é estar bonito

Para estar bonito, o jeito é estar bem com a vida



Para ter amigos, o jeito é ser bem humorado

Para ser sonhador, o jeito é sonhar dormindo ou acordado

Para ter fé, o jeito é ter Deus no coração



Para todas as coisas existe um jeito

Para ter um jeito, o jeito é querer!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A cada aula que se encerra, minha sede de aprendizado se multiplica.
Há tempos que não sentia essa necessidade louca de aprender.
E melhor: aprendi a gostar de aprender!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Declarações de amor (daquele amor!)

Por uma semana inteira meu telefone não parou de tocar.
Eram ligações, mensagens.
Uma busca incessante.

Ouvi palavras bonitas, frases bem feitas,
Declarações de amor.

Por um momento, eu balancei
Fechei os olhos e tentei acreditar.
Mas o cinismo é tão grande
tão desmascarado
Que bastou eu abrir os olhos novamente
e tudo passar.

É muito gostoso amar, ser amado, ser correspondido. Mas às vezes vale mais um sentimento guardado do que entregue às maldades alheias.
Já não me engano mais. Sei bem os meus sentimentos. Mas não vou voltar atrás. Minha palavra é uma só e definitiva (dessa vez, sim).

Não espero e nem quero mais nada daquele amor. Só que ele se cale serenamente. Mas nem cartas e nem declarações me convencem.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Tudo outra vez - agora mais entusiasmada!

Ontem, dia 27 de agosto, deu-se início a mais um semestre do ano de 2010. Uma sensação gostosa me tomou: eu ainda estou na PUC.
Só Deus sabe sobre minhas neuras, meu medo de não mais continuar. E pedia silenciosamente todos os dias para que Ele iluminasse o meu caminho e fizesse com que eu tomasse a escolha certa. E Ele me ajudou.
Tantas vezes mencionei que a PUC é uma universidade elitizada que não condiz comigo, não gozei de amizades e não dividi experiências de vida. Mas existe algo naquele lugar que é mágico e me faz querer sempre mais.
Talvez essa diversidade seja uma questão , uma forte questão. Mas gosto dos corredores, das salas, de ver o céu através do bosque. Mesmo as cores do prédio serem frias, elas me acalmam.

Cinema, narratividade e roteirização, audiovisual, fotografia e sintaxe da comunicação visual. Temas excitantes. Estudarei tudo isso neste semestre. E estou com sede de errar, de aprender. Ah! este semestre promete.
Não quero levar na brincadeira ou confundir escola com faculdade, esses são dois universos diferentes. Quero mais é aproveitar cada linha dos textos que terei que ler. Cada exercício, cada curta que assistirei.
Estou feliz por recomeçar e não deixar que pormenores acabem com o meu entusiasmo.



Beijinhos

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Insônia


Um filme, uma xícara de chá, um tempo em frente à janela.

Nada o que eu fizer será o suficiente para encontrar meu sono que simplesmente fugiu.

Horríveis são as noites de insônia. Elas só servem para a gente parar e pensar na vida. Mas que raios! Não quero pensar na vida. Só quero dormir e se possível, não quero nem sonhar.

Talvez eu não esteja me preocupando muito com a minha saúde, não esteja lendo um bom livro ou estudando como eu planejei. Talvez o problema esteja nos meus dias vazios, da minha cabeça vazia.

Talvez a solução seja eu encontrar um sentido mais concreto para continuar. Minhas escolhas podem estar equivocadas. Tão jovem, tão confusa, tão tola.

Não sei se questionamentos contínuos fazem parte da trajetória, mas eles me incomodam demais. Tenho perguntas, porém, nunca respostas.

Me pergunto também o porquê que levo uma vida tão regrada, cheia de conceitos e pré-conceitos e sempre, sempre e sempre fazendo tudo o que meus pais me ensinaram. Caramba! Só quero esquecer as regras por um minuto e seguir minhas próprias regras: SEM REGRAS!

Sei lá. Só sei que agora preciso tentar dormir!

Beijinhos